quinta-feira, 22 de setembro de 2011

G1 - Bovespa opera em queda diante de piora do cenário externo - notícias em Mercados

G1 - Bovespa opera em queda diante de piora do cenário externo - notícias em Mercados:

'via Blog this'

Bovespa opera em queda diante de piora do cenário externo
Na véspera, índice recuou 0,70%, aos 55.981 pontos.
No câmbio, dólar 'virou' após intervenção do BC e opera em queda.
Do G1, com informações da Reuters
imprimir
saiba mais
Após intervenção do BC, dólar vira e tem desvalorização nesta quinta-feira
Tóquio fecha em baixa e bolsas da Europa operam em queda
BC dos EUA vai comprar US$ 400 bilhões em dívida de longo prazo
Miriam Leitão comenta os efeitos da alta do dólar
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em forte queda nos negócios desta quinta-feira (22), com a piora das perspectivas da economia global sinalizada na véspera em comunicado do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos.

O medo de uma nova recessão no país volta à tona.
Às 14h08, o Ibovespa, principal índice do mercado brasileiro, recuava 5,15%, a 53.098 pontos. Na véspera, o índice recuou 0,70%, aos 55.981 pontos, no terceiro pregão seguido de desvalorização.
Na quarta-feira, o Fed alertou contra riscos "significativos" para a economia e lançou um programa de 400 bilhões de dólares para direcionar seu balanço de US$ 2,85 trilhões mais fortemente a ativos de prazo mais longo.
Perto das 13h50, o dólar caía 0,85%, para R$ 1,849 na venda. Mais cedo, chegou a subir quase 5% e chegou à marca de R$ 1,95. A virada do dólar veio depois que o Banco Central anunciou a realização de uma oferta de contratos de "swap cambial" tradicionais - que equivalem à venda de divisas no mercado futuro, no valor de até US$ 5,6 bilhões.
Este tipo de operação, que pode amenizar as pressões de subida do dólar no mercado à vista, não era realizado desde 26 de junho de 2009, quando o Brasil ainda sentia os impactos da primeira etapa da crise financeira internacional.
Influências
A decisão do Fed de reativar a operação de troca de alguns títulos em seu portfólio, não conseguiu estancar o pessimismo com mercado. Sem 'dinheiro novo' na economia, a instituição vai comprar US$ 400 bilhões com vencimento entre 6 anos e 30 anos e venderá igual quantidade de títulos com vencimento de até 3 anos. Desta forma, o banco central americano pretende reduzir os juros de longo prazo e estimular o consumo e o investimento no país.
O operador da mesa institucional da corretora Renascença Luiz Roberto Monteiro assinala que o alerta de maior degradação da economia americana pesou sobre os mercados e os agentes estão em busca de ativos mais seguros, como o dólar.
No Brasil, a moeda americana já subiu quase 5%, mas a alta perdeu força após anúncio de swap cambial tradicional pelo Banco Central.
Além disso, o setor financeiro volta ao foco. Ontem, a Moody's cortou a nota de três dos principais bancos americanos - Bank of America (BofA), Wells Fargo e Citigroup - e e Standard & Poor's rebaixou as notas de instituições financeiras italianas como Intesa Sanpaolo e Mediobanca.
Entre as notícias mais 'quentes' do dia, a China se incluiu no quadro de piora externa, já que dados preliminares de atividade manufatureira no país em setembro mostraram uma queda, segundo o HSBC.
No Brasil, o Goldman Sachs reduziu a recomendação de Bradesco, Santander Brasil e Banco do Brasil (BB) de 'compra' para 'neutro', citando a recente redução do juro básico brasileiro. Para o Itaú Unibanco, a avaliação foi mantida em 'compra'.
Com informações do Valor Online

Nenhum comentário:

Postar um comentário