terça-feira, 13 de setembro de 2011

G1 - Preços de despesas noturnas sobem mais que inflação, diz FGV - notícias em Seu Dinheiro

G1 - Preços de despesas noturnas sobem mais que inflação, diz FGV - notícias em Seu Dinheiro:

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O Esforço e a Fé Elevam a Divindade Humana PrússiaPreços de despesas noturnas sobem mais que inflação, diz FGV
Em 12 meses, inflação da 'balada' subiu 7,91%; IPC teve alta de 7,1%.
Serviços, como shows musicais, ficaram mais caros, exercendo pressão.
Do G1, com informações do Valor Online
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Gastos Varição em 12 meses (%)
Restaurantes 8,71
Bares e lanchonetes 9,35
Roupas masculinas 7,75
Roupas femininas 8,12
Calçados masculinos 4,26
Calçados femininos 5,77
Joias e bijuterias 5,10
Antiácido 6,10
Maquiagem 3,31
Esmalte para unha 13,27
Perfume 1,90
Sabonete 5,17
Salão de beleza 8,79
Cinema 5,44
Show musical 13,09
Teatro 11,61
Tarifa de táxi 9,30

Fonte: FGV
Nos últimos 12 meses os preços das despesas noturnas cresceram acima da inflação no período, que foi de 7,10%. A inflação da "balada" subiu mais que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), registrando aumento real, ao avançar 7,91% em igual período, apontou pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgada nesta terça-feira (13).
Entre os destaques estão as despesas com preparativos e com serviços, como show musical, com alta de 13,09%, teatro, cujos preços avançaram 11,61%, bares e lanchonetes, com crescimento de 9,35% nos últimos 12 meses. Para quem bebeu demais e não quer arriscar dirigir, a despesa com o táxi ficou 9,30% mais cara no mesmo período. Para o dia seguinte, outra má notícia: o preço do antiácido avançou 6,10% desde setembro último.
A preparação para a saída noturna também ficou mais cara. As despesas com salão de beleza avançaram 8,79%, já o preço das roupas femininas subiu 8,12% e o das roupas masculinas cresceu 7,75% nos últimos 12 meses encerrados em agosto.
"A massa de salários vem crescendo e isso dá um fôlego extra para o consumo de serviços, dentre eles, aqueles relacionados ao lazer e aos gastos com a noite", avalia o economista André Braz.
Mas nem todas as despesas crescem acima da inflação. Registraram variações menores de preço perfume (1,90%), artigos de maquiagem (3,31%) e os de calçados masculinos (4,26%).
O levantamento foi feito nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

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